Entenda como a nua-propriedade permite que idosos transformem patrimônio imobiliário em renda, mantendo o direito de morar no imóvel.
R$ 1,1 trilhão. Esse é o valor estimado dos imóveis que estão nas mãos de brasileiros com mais de 60 anos, segundo estimativa do IPEA (2024). Agora imagine quanto desse patrimônio está, na prática, sem gerar renda.
São casas e apartamentos com alto valor de mercado, mas que não pagam contas, não financiam cuidados de saúde, não complementam aposentadorias. Muitas vezes, permanecem como um patrimônio “rico no papel e pobre na liquidez”.
O envelhecimento da população está criando um desafio que o mercado imobiliário ainda discute muito pouco: como transformar patrimônio em qualidade de vida sem obrigar o idoso a abrir mão da sua casa?
É justamente nesse cenário que a nua-propriedade ganha relevância. O proprietário vende a nua-propriedade do imóvel, preserva o usufruto vitalício e continua morando onde sempre viveu. Em troca, transforma parte desse patrimônio em recursos financeiros — seja por meio de pagamento à vista ou de renda periódica.
Não se trata apenas de vender um imóvel. Trata-se de dar liquidez a um patrimônio que ficou décadas acumulando valor, mas que muitas famílias nunca conseguem utilizar no momento em que mais precisam.
Nos próximos anos, esse tema deixará de ser um nicho jurídico para se tornar uma importante alternativa de planejamento patrimonial, sucessório e financeiro.
Na Nuimóvel, acreditamos que o mercado imobiliário pode oferecer muito mais do que compra, venda e locação. Ele também pode gerar segurança, autonomia e dignidade para uma população que cresce a cada ano.
Quer entender se a nua-propriedade faz sentido para o seu caso ou o de um familiar?
Fale com a Nuimóvel
Fonte: [IPEA (2024) — estimativa de R$ 1,1 trilhão em imóveis pertencentes à população brasileira com 60 anos ou mais.